Como o noso Corpo ressoa com o Universo

A nossa condição natural é estar alinhados com a Terra e o Universo. Quando o microcosmos – isto é a energia que temos ao nível celular – corresponde à energia do macrocosmos – isto é, o mundo fora do nosso corpo – não há nada que não possamos realizar.

Nós nascemos para sonhar e com a expansão da consciência podemos tornar os nossos sonhos em realidade. Daí que questões tais como:

– Que tipo de vida quero ter?

– Que tipo de experiências é que quero ter?

– e outras, são muitas vezes colocadas  para nos conduzirem ao nosso verdadeiro Eu. Tudo é possível quando vivemos em harmonia com o Macrocosmos. Isto é o verdadeiro Potencial Humano.

O maior stress que os nossos corpos podem experimentar é não serem capazes de ser quem realmente são. Para sermos “nós mesmos” precisamos de manter as conexões corretas com a terra, o universo e tudo o que nos rodeia, ou seja estarmos em equilíbrio.

Como realizá-lo?

Isso  depende de cada um! Muitos de nós já chegaram à conclusão que não é pela casa que temos, nem pelo título académico que conquistámos, nem porque temos crédito, nem pelo montante de poupanças que conseguimos. Será mais pela saúde e pela qualidade de vida que temos. Sabemos que só há uma coisa que nos inibe de fazer realmente o que queremos, e isso é o medo.

Podemos imaginar o que é viver livremente sem medo?! Como será  deixar de ter medo e conectarmos-mos com a nossa  sabedoria interior?

Mas é só quando nos encontramos num estado de equilíbrio é que podemos aceder à Sabedoria Universal e construi-la  ao nível celular.

O nosso trabalho conjunto é a preparação do nosso corpo – o nosso veículo – para receber e manter a Sabedoria Universal. Este para mim é sem dúvida o aspeto mais importante da saúde.

Quando dela se fala , não estamos tanto a falar de não ter sintomas, mas da profunda conexão com o que somos e o que andamos cá a fazer. Esta conexão precisa de ser desvendada no plano físico, emocional e espiritual.

Há muitas vezes informação contraditória acerca de como manter estes 3 planos alinhados, particularmente na cultura ocidental. De um lado temos o corpo físico com uma boa nutrição e do outro, e quase em posições opostas, as práticas espirituais. Quanto ás emoções, pouco ou nada se diz e normalmente somos motivados a fazer psicoterapia, ou muitas vezes a tomar medicação, que não faz mais do que suprimir os sintomas do corpo e ainda nos desconectarmos mais com quem realmente somos. Não há emoções “más”. Apenas quando ficamos presos nelas ou as suprimimos que elas se podem tornar problemáticas. Ou se elas são excessivamente  expressas ou ocultas podem evidenciar uma situação no sistema orgânico que necessita de ser examinado. Contudo, é o nosso percurso emocional que faz com que o plano físico e o espiritual estejam em união. Sabemos que o melhor indicador para constatarmos se estamos a caminho da harmonia ou a desarmonia é o modo como nos sentimos emocionalmente. É o nosso guia para a realização dos nossos sonhos.

Aqui, de novo, não estamos tanto a falar de emoções de raiva, medo, culpa, desilusão, etc., mas de conexão entre a nossa Sabedoria Interior e o Universo ( Macrocosmo, Deus ,Energia ou outra designação).O nosso planeta passa por várias fases e ciclos e nós estamos intrinsecamente ligados a eles, dando ou não conta. Estando ou não conscientes destes movimentos, nós sentimos cada mudança ao nível celular. Exemplo: a influência da Lua sobre nós, na água, etc.

Voltando ao corpo. Ele é mais ou menos como um tubo de ensaio e as suas condições  internas  influenciam as nossa experiências. De facto sabemos que mudanças aos níveis de energia, hidratação, pH e temperatura, todos têm nele efeitos catastróficos.

A energia é de grande importância porque conecta tudo no universo, incluindo cada célula no nosso corpo. A disponibilidade de energia e a capacidade do corpo para acumulá-la e utilizá-la corretamente, torna-se de extrema importância para a conexão com a nossa sabedoria Interior e para a iluminarmos.

A hidratação é vital. Quando o corpo está desidratado a condição de cada membrana celular está alterada. A membrana celular é como um “porteiro”, governa todos os movimentos de entrada e saída, por isso alterações ao nível da hidratação do corpo significa alterações na comunicação entre as células. Também quando estamos desidratados, as membranas celulares perdem a sua capacidade de reter os fotões, que são partículas de luz, afetando de certa forma a nossa visão global, tornando-a menos clara.

Manter o pH em equilíbrio é essencial para estarmos bem. O pH é uma forma de medir o nível de acidez ou alcalinidade de uma substância. Muitas das enzimas no nosso sistema digestivo são ativadas ou desativadas no trato digestivo. Se estivermos muito ácidos, literalmente perdermos a capacidade de digerir a comida corretamente. Nós somos seres ligeiramente alcalinos, mas o nosso metabolismo diário produz alguma acidez, daí que temos que o retificar ao fim de cada ciclo de 24 horas para voltarmos a nossa condição normal.

A incapacidade de o fazermos é refletida no nosso SER, incluindo nos “pensamento ácidos” bem como em “comportamentos ácidos”. Dores de cabeça e dores o corpo são outras indicações de níveis de acidez elevados. Quando estamos muito ácidos a nossa visão do mundo torna-se contraída e isso influência a maneira como gerimos a nossa vida e a obtenção de qualidade da mesma.

A temperatura é outro aspeto muito importante no nosso equilíbrio e bem estar. Muitas pessoas hoje em dia estão cada vez mais frias (quase um grau a menos na temperatura normal) e mais desligadas do que estavam no passado. Ver a importância do iodo e da tiroide na manutenção da temperatura correta do corpo é um aspeto muito importante.

Minerais têm outro papel determinante em todos os aspetos da bioquímica humana e a falta de certos minerais pode ter um efeito dramático na saúde. A cultura intensiva esgota os solos de magnésio, e a falta dele no nosso organismo é determinante, até porque  ele é considerado o grande relaxante! Equilibrar os minerais no nosso corpo é fundamental: em falta ou em excesso podem  causar desarmonia que acarretam  implicações no longo prazo.

As transições por que passamos na nossa vida são cruciais para a  capacidade de realizarmos o nosso verdadeiro potencial. Nascimento e adolescência são transições muito importantes que necessitam de ser geridas com carinho e sabedoria, bem como as de maternidade e menopausa. Com cada transição vem um potencial de uma mudança dramática ao nível da consciência. Por isso se o nosso “veículo” é tratado corretamente em cada uma destas transições, o potencial de cada individuo cresce e expande-se. Se, ao contrário, qualquer tipo de stress acontece ou suprimirmos a capacidade natural do corpo nesta alturas, incorremos  consequências sinistras para o nosso bem estar.

Como pensamos e o que pensamos tem uma influência enorme na “nossa realidade” e é particularmente verdade no que diz respeito ao nosso corpo. Muitos de nós estamos insatisfeitos com ele  e frustrados com a maneira como ele funciona, mas incapazes de fazer e manter mudanças que perdurem.

O nosso corpo é incrível. Tem uma capacidade de resiliência e de cura poderosa, mas é a Mente que é o mestre de tudo. Quando ela realmente conecta com o corpo é como que uma raio de energia a entrar diretamente em cada célula. O corpo fica vibrante capaz de dançar aos  os ritmos universais.

Eu convido-Vos a olharem para o vosso corpo e a trabalhá-lo baseados em princípios muito simples mas extraordinariamente poderosos. Claro que precisamos de uma mente inquiridora e aberta. Percebendo como o corpo trabalha é possível ver porque é que não funciona em certos aspetos. Perceberemos também qual o propósito de algumas doenças e como evitá-las. Por isso um dos aspetos mais importantes desta prática é a recolha e interpretação da história clínica.

Após a sua interpretação será desenvolvido um programa personalizado, envolvendo alimentação e suplementos que reduzam stress e libertem as vias de eliminação do corpo. Esta metodologia trabalha com água, ácidos gordos essenciais, suplementos e técnicas. Ao termo deste processo os ritmos e as reações de cada corpo é que passam a definir o modelo de equilíbrio nutricional a seguir.

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