Como o corpo responde ao stress

A gestão do stress é um dos pilares de um estilo de vida saudável. De vez em quando todos nós sentimos stress. De facto, é tantas vezes, que poderemos pensar que estar stressado, ansioso, irritável, dependente de cafeína ou ter desejos parece ser normal no comportamento humano.

O que é que acontece quando estamos stressados?

Primeiro o corpo não distingue entre stress verdadeiro daquele que é percecionado, o que significa, não interessa que tipo de stress estamos a sentir, o corpo responde da mesma forma.

Quando o corpo perceciona stress, o sistema nervoso responde aumentando a batida do coração, o nível de glicose no sangue, a tensão muscular e a estamina. É o estado conhecido, como “lutar ou fugir”.

Nos dias correntes, sentimos estados de stress muito mais vezes e muito mais prolongados do que antes, e a forma natural de resposta do corpo, pode ser a raiz de alguns problemas de saúde incluindo fadiga, ganho de peso e desequilíbrio hormonal.

Vejamos de que forma o stress pode causar impacto no corpo e energia.

Stress e o corpo

Stress, que é visível ou não, tem uma resposta fisiológica no corpo e na energia.

No tipo de resposta “luta ou fuga”, o corpo pede mais produção de energia na tentativa de lidar com a situação, o que requer mais nutrientes.  Não só são necessários mais nutrientes para lidar com esta necessidade acrescida de energia, como também os nutrientes são necessários para suportar o sistema hormonal. Assim que a resposta “luta ou fuga” entra em ação, há uma libertação de hormonas por parte da suprarrenais. São as mesmas hormonas que durante o dia nos mantem ativos e acordados.

Obviamente com o aumento do stress diário estamos a usar recursos que de outra forma seriam usados para gerir o sistema hormonal. Talvez seja uma das razões porque nos sentimos exaustos, não só porque sentimos stress real ou percecionado em maior escala e também porque não temos nutrientes para colmatar a situação. Quando não damos ao corpo o que ele precisa, ele não funciona bem e leva muito mais tempo para recuperar.

Stress e a energia

Stress tem um impacto em todos os sistemas no corpo e afeta as pessoas de diferentes formas.

Normalmente sentimos exaustão depois do elemento “stressor” ter passado e já não é necessário manter o estado de “luta ou fuga”. Contudo, o que isto significa, é que o estrago já está feito.

No entanto parecendo ou não que os seus níveis de stress estão fora de controlo, há alguns elementos “stressores” que podem ser ativamente controlados. Se notamos que nos sentimos ansiosos ou stressados, então faz sentido centrar-se naqueles, para os minimizar.

  • Stress ambiental – estamos cheios de toxinas em nossa volta! Tendencionalmente procurarmos estimulantes durante o dia que podem ser: bebidas alcoólicas, café, produtos refinados e açúcar. Pois bem, aqueles colocam stress no fígado e intestinos, pelos que devemos evitá-los.
  • Stress físico – exercício físico com a intensidade exata para o seu estilo de vida é fantástico e é um exemplo de expor o corpo ao stress certo para uma adaptação positiva para que as mudanças ocorram.

Contudo, quando nos sentimos com níveis de stress elevados, exercício físico extenuante é muito para o nosso corpo. Para algumas pessoas é mais vantajoso uma caminhada, ou uma boa sessão de ioga, em vez de um exercício de alta intensidade.

  • Stress emocional – Pensamentos e emoções que advém de diversas causas: luto, trabalho, família situação financeira podem criar níveis elevados de stress na nossa vida. Este é sem dúvida um exemplo do que se pode chamar stress percecionado. Estimula as mesmas respostas que o stress real, e o corpo prepara-se da mesma forma sendo que tecnicamente o perigo não existe.

Muito do nosso stress emocional é evitável, mas o que podemos controlar é como o nosso corpo reage e coopera como stress. Criar um espaço/tempo à sua medida para aquietar a mente, pode ser uma atividade que ajude a gerir o corpo para se manter calmo e adaptado ao stress.

Perceber o nosso corpo e desbloquear a energia que precisamos, são aspetos muito importantes para ganhar consciência corporal.

Afinal ter a energia que precisamos para fazer aquilo que mais gostamos é o melhor que podemos dar a nós próprios.

 

Aldina Costa

The TransforACtion Coach

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Estilo de Vida

Numa destas semanas, li no semanário Expresso, um artigo de opinião do Secretário de Estado -adjunto da Saúde, Fernando Araújo, a apelar à iniciativa das Autarquias com o seguinte título: Todos a fazer ginástica e a comer bem.

Um em cada 10 portugueses sofre de diabetes.

Um em cada quatro é hipertenso.

E um em cada dois é obeso ou tem excesso de peso. E continua….

Realmente estes números fazem-nos pensar. Enquanto a industria de “fitness” cresceu significativamente nos últimos 20 anos, a obesidade e as doenças relacionadas com o estilo de vida continuam a aumentar.  Se se combinar as variáveis: a ultima geração do exercício com a programação do tipo de alimentação, a industria do “fitness” e a nutrição já deveriam ter ajudado a reduzir este tipo de problemas.  O que sabemos é que isso ainda não aconteceu. Há milhares de pessoas em procura de uma mudança saudável pelo que é necessária uma abordagem diferente.  Essa abordagem passará pela definição de um estilo de vida.

Estilo de vida é a forma como a pessoa vivência a vida!  Este manancial de vivência inclui o modo como pensa, o modo como atua, e as escolhas que faz nas diversas componentes do SER.  Parece simples, pois apenas envolve, saber o que se quer, escolher e fazer. Parece um processo de transformação para a ação (TransforACtion)!

Temos que escolher ir nas profundezas do íntimo, identificar o que precisa de ser mudado, transformado ou mesmo curado. Só este processo de desenvolvimento pessoal nos leva a um novo entendimento, que será o estimulo para os que objetivos emerjam.

Aqueles números fazem-nos pensar, sobretudo sabendo que os hábitos alimentares inadequados são o principal fator de risco, e que segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) 80% das mortes por doenças cardiovasculares e diabetes poderiam ser evitadas com alteração de comportamentos.  É indiscutível que se tem essa consciência coletiva, caso contrario, não estariam no topo das resoluções do Ano Novo, a ida ao ginásio e perda de peso.

Desenhar o estilo de vida que se quer exige desenvolvimento pessoal. Exige desmiuçar o Ser e os hábitos. Centra-se diretamente nos assuntos que influenciam o físico e a mente ajudando a cultivar e a desenvolver a relação mente-corpo, enquanto dá resposta às principais áreas de bem-estar: alimentação, movimento, descanso e gestão de stress (emocional).  A abordagem mente-corpo ou holística, usa uma metodologia que está enraizada em poderosas técnicas que afetam mutuamente: corpo, pensamento, emoções e comportamentos.  Esta forma leva a melhorias continuas e duradouras que estabelecem tendências de estilo de vida onde as metodologias tradicionais têm falhado.

As estratégias de desenho de estilo de vida centram-se em mudanças de hábitos em vez de programação de rotinas ou soluções.  Apenas sabemos que o “movimento” ou a ida ao ginásio é importante, no entanto, necessita que a base da mudança de vida aconteça, as quais incorporam múltiplas facetas do bem-estar. Facilitando suporte passo a passo e orientação nos vários tipos de comportamento, os coaches literalmente ajudam os seus clientes a desenvolver elevada consistência e autorresponsabilização no que diz respeito aos seus hábitos.

Aldina Costa

TransforACtion Coach
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Confiança

De acordo com o dicionário Priberam, confiança é a coragem proveniente da convicção no próprio valor. Interessante.

Significa que se tem mais valor do que os outros?

Significa que se  é melhor que os outros?

Estes pensamentos e emoções poderão ser resultado do uma autoestima baixa. Autoestima  baixa muitas vezes é igual a autoconfiança baixa. Poderemos pensar que confiança e ego são a mesma coisa.  Com esta confusão acerca da noção de confiança acabamos por acreditar e associar certas características sobre o que é a confiança. Se a vemos como ter um grande ego, então é compreensível que pensamos que alguém com um grande ego é confiante. O desafio é retirar “essa lente” que nos indica isso e colocar uma nova lente. Ego é falta de confiança.

Quando começamos a perder confiança, começamos a ter dúvidas. Vamos á procura de reconhecimento. E é aí que o ego também aparece.

A confiança ganhasse de variadas formas. Sentimos confiança  quando atingimos algo que está alinhado com o que acreditamos e com os nossos valores.  Perdemos confiança quando estamos indecisos e incertos e naturalmente duvidamos de nós.  Não precisamos de tomar uma decisão como se houvesse certo ou errado. Aprendemos com tudo o que fazemos. Então quando tomamos decisões devemos pensar o que é melhor para nós no momento. Ganharemos novas perspetivas. O melhor mesmo é tomarmos a decisão e andar para a frente. Cada passo que de se dá em direção ao futuro contribuirá para a confiança. Acreditar é parte deste processo e acreditar no nosso sistema interno – a intuição – leva-nos para onde precisamos de ir para alancar o nosso propósito de vida.

Aldina Costa

TransforACtion coach

 

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Mindfulness versus Mindlessness

Há muito tempo que monges e pessoas místicas usam as praticas de meditação para dissolver a fusão entre o pensamento e o pensador, impulso e ação, libertando a mente de algumas limitações e distorções.

“Estar no presente” é a frase que muito se ouve. A ideia é que a mente indisciplinada é facilmente distraída, no vai e vem entre o passado e o futuro, pegando em memórias do passado e de certa forma projetando-as no futuro. É só quando estamos no presente, sintonizados com o agora que podemos lidar com o momento de uma forma emocionalmente ágil. Esta é a técnica do “mindfulness”.

Há um sem fim de benefícios de praticar esta técnica. Infelizmente o termo tornou-se um chavão, especialmente no seio das organizações, e nota-se uma certa reação negativa.

Para muitas pessoas, a prática parece envolta numa linguagem floral à volta de lugar distante.

Talvez por isso seja mais fácil perceber o que é mindfulness se nos centramos no seu oposto: mindlessness.

Mindlessness é o estado de inconsciência e auto piloto. Não se está realmente presente. Em vez disso estamos profundamente dependentes de regras rígidas ou coisas banais que não pensamos.

Sabemos que estamos mindless quando:

  • Quando nos esquecemos de nome de alguém logo que o ouvimos;
  • Quando se deita para o lixo uma coisa e guarda os papeis que o embrulham;
  • Se não se lembra se fechou a porta de casa;
  • Quando está focado no que há de vir e se esquece do que precisa neste momento.
  • Quando se come ou bebe sem realmente ter fome ou sede
  • Sente uma emoção sem saber de onde ela veio.

Por oposição, o estado de mindfulness permitem-nos observar os pensamentos e as emoções inconfortáveis, em vez de nos emaranhamos nelas.  Quando estamos conscientes da nossa irritação, podemos observar essa emoção com sensibilidade, foco e clareza emocional. Talvez até descobrindo de onde é que a irritação vem. Até podemos descobrir que a “irritação” é realmente tristeza ou medo.

Mas a consciência calma – de apenas SER – que é associada com o cerne da “mindfulness” não vem facilmente para muitos.

Aldina Costa

The TransforACtion coach

 

Fonte: Emotional Agility de Susan David
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Criar consciência

Consciência é um aspeto fundamental da nossa vivência. No entanto consciência não é reparar nos outros, como é que eles fazem coisa, ou como eles nos impedem de fazer certas coisas ou nos limitam a nossa atividade. Muita da noção que temos da consciência é sermos conscientes dos outros e como elas nos afetam. Nós muitas vezes consideramo-nos conscientes porque reparamos em tudo que as pessoas fazem em nosso redor. Reparamos nos resultados dos outros, nos ganhos, no que têm. Estamos conscientes do que os nossos vizinhos têm e não têm, estamos conscientes da excelente relação que alguém tem ou não tem, da carreira. Parece que estamos conscientes da vida maravilhosa que os outros têm e até algumas vezes pensamos que foi atingida à custa da perda de alguns aspetos da nossa. Parece que a nossa consciência com o tempo se torna em desconfiança.

Contudo, consciência é ter foco no interior e não no exterior. Consciência é saber como respiramos, os nossos padrões no nosso dia-a-dia. Consciência é perceber a nossa conexão como universo é conhecer a nossa crença, a nossa mente, o corpo. Já muita gente escreveu acerca disto. Porém o primeiro passo para criar consciência é reconhecer que se quer.
A minha questão hoje é essa mesma: quer criar consciência?
É como se estabelecêssemos um caminho de aprendizagem na nossa vida. Aprender mais acerca de nós é como desenvolvermos a pessoa que somos, seja na vida pessoal seja profissional. Se escolhermos não ser auto consciente estagnamos na vida e não crescemos.
É isso que não quer, com certeza!? Se quer dar uma viradela na sua vida não haverá caminho com menos resistência do que usar enveredar por um processo de coaching!

Aldina Costa

TransforACtion coach.

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O que o coaching não é

Como “profissão nova” que é, pouco conhecida e divulgada, é uma metodologia que assenta em muitas outras profissões, incluindo: psicologia, consultoria, ensino de adultos, inteligência emocional etc. Contudo o coaching é uma filosofia única e diferenciada das referidas.

Coaching  e terapia

Coaching não é terapia, aconselhamento ou psicologia. Pode parecer que usa algumas das abordagens que esta usa, mas não é uma intervenção terapêutica. Uma das mais óbvias diferenças entre as duas, é que terapia se foca em escarafunchar sentimentos, emoções e experiências, enquanto que o coaching é orientado para estabelecer objetivos no momento presente e encoraja a ação em direção ao futuro. Muitas vezes um terapeuta trabalha uma pessoa disfuncional. Em coaching a pessoa tem que estar funcional para ser excecional.

Se sistematicamente o cliente volta a assuntos do passado, é um alerta para o coach que o cliente não está em situação de continuar um processo de coaching, e assim deve referi-lo para um colega terapeuta.

 Coaching e consultoria

O coaching também está muitas vezes associado a consultoria, contudo há diferenças distintas nestas disciplinas. Um consultor é um especialista numa determinada área. Trabalha com um cliente para resolver um determinado problema e por isso são contratados para dar soluções, e para resolver assuntos da especialidade. Quando esses assuntos e problemas estão resolvidos, o consultor acaba o seu trabalho.

O coaching usa uma abordagem mais holística – pelo todo. O coach em parceria, lado a lado com o cliente, examinam a situação, criam o plano e resolvem. O coach não tem que ser um especialista no problema do cliente. É o cliente que sabe o que é melhor para ele, como fazer ou o que fazer para atingir o que se propõe.

É também razoável que as pessoas ou as empresas selecionem coaches com experiência nas   áreas que pretendem desenvolver, mas a metodologia que o coaching usa não requer essa especificidade.

Os consultores constroem os seus negócios baseados na experiência que adquiriam ao longo dos anos de trabalho em determinada área e na qual se tornaram consultores. Deles é esperado pareceres e informação precisa. Dos coaches não são esperadas respostas, nem eles se apresentam dessa forma.  Ele tem as questões que permitem aos clientes encontrar as suas próprias respostas e definir os seus valores para que se sintam alinhados e coerentes.

Coaching e mentoring

Um mentor passa o seu conhecimento e sabedoria à pessoa que acompanha, e por isso, esta o procura para aconselhamento e orientação.

Tal como na consultoria e mentoring o objetivo é passar informação e conhecimento adquirido com experiência. A relação de coaching é baseada numa parceria em que ambos caminham lado a lado, sendo que o cliente se fundamenta na sua própria sabedoria e intuição.

Qual é a diferença entre coaching Executivo, Coaching de Negócio e Coaching Empresarial?

 O tipo de cliente é quem distingue estes 3 tipos de coaching.

Coaching Executivo é normalmente solicitado por administradores e diretores de empresas de média e grande dimensão. As preocupações principais são questões de desempenho profissional/pessoal, equilíbrio, comunicação ou outras.

Coaching de Negócio também trabalha com executivos, e também em empresas de média e grande dimensão, mas mais ao nível da definição dos objetivos estratégicos do negócio.

Coaching Empresarial trabalha com sócios e gerentes de pequenas e microempresas. Os assuntos vão desde desempenho na vida profissional/pessoal, ou objetivos específicos (como aumentar as vendas em x%).

Volto a referir que a metodologia de coaching não requer esta especificidade, todavia existem razões para que isso aconteça: em geral os coaches que trabalham em executivo e negócio teriam sido administradores ou diretores gerais, os coaches empresarias teriam tido o seu próprio negócio. Também ajuda a criar empatia ou a perceber o cliente, particularmente em relação à linguagem e cultura. Um coach de Negócio que não saiba o que são indicadores chave ou elementos de um plano estratégico, terá grandes desafios. Outra razão é de marketing.

Há um ditado que diz todo o coaching depois de 3 sessões é “life Coaching”. Pode ser que o objetivo seja a estratégia, as vendas, mas rapidamente se concentram em assuntos que rondam as relações entre as pessoas, a comunicação, o equilíbrio entre trabalho e família, um novo estilo de vida, etc…

Aldina Costa

TransforACtion coach 

 

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O que é Coaching?

 

Segundo a ICF (International Coach Federation), coaching é “constituir uma parceria com clientes num processo estimulante e criativo que os inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional.”

Os coaches ajudam as pessoas no desenvolvimento pessoal, no crescimento pessoal e também em desempenho.

Acreditamos que o cliente é naturalmente criativo e tem riqueza própria. O papel do coach é de suporte para aprimorar competências, talentos e criatividade que é intrínseca a cada pessoa.

O coaching é uma profissão nova e é uma mistura dos melhores conceitos de gestão, psicologia, desporto e até espiritualidade. Apesar do coaching combinar conhecimentos provindos de outras disciplinas, é um processo distinto. Os coaches trabalham com clientes em tópicos muito variados: negócio, estratégia, assuntos profissionais e pessoais, financeiros, gestão de tempo, bem-estar, estilo de vida, doença, e muitos outros.  Para que isso aconteça, o próprio coach tem que fazer o seu processo e que muitas vezes é o que o distingue dos demais.

O processo de coaching  involve um dialogo entre o coach e o coachee com o objetivo deste encontrar a sua realização (pessoal ou profissional ou outra). Isto é atingido ajudando a definir e a estabelecer o que é importante, os valores, os objetivos a serem trabalhados e os respetivos planos de ação (se for esse o caso).  É através de um questionamento profundo e com competências especificas que o coach facilita processo.

Numa sessão, um coach pode:

  1. Sustentar a descoberta e os momentos aha (aqueles que vem de dentro)
  2. Clarificação de valores
  3. Colaboração na criação de um plano com vista a atingir o que o cliente realmente quer
  4. Escaramuçar ideias
  5. Suporte em mudar de estilo de vida e/ou de hábitos
  6. Desafios para expandir a visão para além das limitações conscientes.
  7. Discernir possibilidades/oportunidades
  8. Reconhecimento
  9. Encorajamento
  10. Recursos e informação

Aldina Costa

TransforACtion coach

 

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Algumas questões

Muitas vezes encontramo-nos  em situações constrangedoras e que temos necessidade  de escolher.  As questões  que vou enunciar poderão fazer mais sentido se o leitor  se colocar numa posição de “observador”, de si mesmo, em vez de se julgar.

Dão-lhe  a oportunidade  de escolher um novo caminho e de romper com padrões existentes. Podemos dizer que é um recurso  para incrementar as nossas capacidades individuais. Quanto mais o praticar melhor,  e melhor se sente consigo próprio. Quanto mais consciente está do impacto que estas  questões têm mais as poderá utilizar com propósitos específicos.

Aqui estão:

  • Sou eu um julgador?
  • O que quero sentir?
  • O que quero fazer?
  • Onde quero estar?
  • Como posso chegar lá?
  • Que factos é que são importantes? (reconhecer a diferença entre factos e opiniões)
  • De que outra forma posso pensar ?
  • Que suposições estou a fazer?
  • O que é que estou a esquecer ou a evitar?
  • Como posso ser mais objetivo e honesto comigo?
  • Se  me colocar no lugar do outro, o que penso,  o que sinto, e o que quero?
  • O que me surpreende?
  • É aqui que eu quero ficar?
  • Onde é que está o interessante desta situação?
  • Agora, qual é a minha escolha?

É uma lista  que não acaba! Eu desafio-o a utilizar estas questões e a adicionar as suas próprias questões!

 

Aldina Costa

 

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7 Passos que podem beneficiar a sua SAÚDE e BEM-ESTAR e perder peso

1- Beber mais água e adicionar alimentos integrais

Sem água não há vida! Mesmo as plantas não podem germinar, muito menos prosperar, sem água. Por quê?

A função da água é levar hidrogénio natural para o interior da célula, e assim hidratar o nucelo da mesma, onde se encontra o ADN. Este é o segredo da água.

Outra função essencial da água é um solvente universal para eliminar as toxinas do corpo e das células. Ao atuar como um solvente a água tem um conteúdo elétrico (polar) que ajuda a regular todas as funções do corpo. Este fluxo elétrico é interrompido por desidratação e por excesso de toxinas e como resultado as reações celulares diminuem consideravelmente. Estas perturbações bloqueiam a transferência de informação vital  e o processo normal de desintoxicação que é tão essencial  para a vida.

Beber água pura e simples, no mínimo 2 a 2,5 litros por dia, sem ser da torneira e sem nada adicionado.

Muitas das indicações sugeridas para perder peso focam-se em evitar alimentos, em reduzir e em perder, o que faz sentir as pessoas infelizes, tristes e limitadas.

Por que não centrar a atenção em tornarmo-nos mais saudáveis?

Pode levar algum tempo a fazer esta mudança mas é uma perspetiva muito mais vantajosa no longo prazo.

Tornamo-nos mais saudáveis ao adicionar à nossa dieta alimentos integrais e “naturais” que vão gradualmente substituir os alimentos “não saudáveis”. Ao fazer esta troca os apetites e desejos por este tipo de alimentos decrescem notavelmente. Também as papilas gustativas mudam com o tempo e se não lhe dermos açúcar e sal elas sabem verdadeiramente tomar o gosto da comida.

As razões para os “apetites” por certos alimentos abrandarem estão diretamente relacionadas com o corpo receber vitaminas, minerais e nutrientes de que precisa. Os “apetites” muitas vezes são uma forma mascarada da falta de nutrientes, como por exemplo, o desejo de chocolate pode indicar uma falta de magnésio! O corpo faz sempre o melhor em nosso favor e à medida que o abastecemos dos nutrientes que necessita ele também nos dá respostas através do decréscimo de sintomas, como por exemplo: dores de cabeça, cansaço, depressão, variações de humor, etc. São estas mensagens que vamos aprendendo a sentir e a interpretar. Temos que respeitar o nosso corpo! Esta é uma realidade que as vezes é difícil de entrar na nossa mente!

2 – A alimentação vegetariana/vegan é mais saudável?

A decisão de seguir este tipo de alimentação muitas vezes assenta em crenças pessoais, mas também pode ser por se admitir que é mais saudável, ou por questões de sustentabilidade do planeta ou por achar que pode perder peso mais facilmente.

Este é um daquele temas que é bastante polémico. Quando se segue uma alimentação vegetariana/vegan de uma forma correta ela é saudável e fornece os nutrientes que são necessários para manter níveis de energia altos. O importante aqui é definir o que é saudável, o que é extensivo a qualquer tipo de alimentação, inclua ou não carne. Se nas opções estão incluídos, por exemplo, pão branco, massa, açúcar, comida processada, gordura em excesso, etc. não é uma alimentação saudável. Ter uma alimentação saudável é obter dos alimentos todos os nutrientes que necessitamos e isso vem da diversidade e uma grande parte de vegetais e fruta. Este aspeto é comum a quase todas as dietas, e com toda a certeza, são as que funcionam no longo prazo.

3- E quem não gosta de vegetais, o que fazer?

Há que perceber a resistência. Os sabores amargos e ácidos dos vegetais são necessários para nos dar informação acerca dos alimentos que podem ser menos bons para nós e assim não os comermos em excesso. Os ácidos são aqueles que precisamos em pequenas quantidades. Os vegetais verdes são muito saudáveis, no entanto contêm algum amargo, que lhe dá a propriedade de tornar o corpo mais alcalino. As crianças têm papilas gustativas muito sensíveis e são aquelas que menos gostam deles! E se em crianças não gostam deles, quando chegam a adultos pouco ou nada se alterou!

O melhor para se sobrepor ao amargo é o salgado! O que justifica por si só o facto dos vegetais serem ricos em sais! Se eliminar as comidas processadas, que têm excesso de sal, pode adicionar um pouco de sal marinho natural (flor de sal) aos seus vegetais  sem problema. A quantidade certa durante (muito pouco) a cozedura pode abrir o sabor, mas ao adicionar sal à comida quando já está no prato pode levar a comer mais quantidade do que geralmente precisa. O uso de ervas aromáticas, frescas ou secas, é uma outra forma de dar sabor, minimizar o amargo e reduzir o uso de sal.

4- Como elevar a energia e sentir-se formidável

Quer sentir energia ao longo do dia? E com mais saúde?

Um dos aspetos que mais valorizo é comer bem, sentir-me bem e com energia quando acordo.

E se necessitar de perder uns kilos?

O corpo transforma os alimentos que comemos em energia, pelo que comida é energia. Mas há alimentos que nos fazem sentir cansados em vez de energéticos. Há uma serie de razões, mas uma delas é ingerir açúcar refinado. Quando comemos açúcar o nosso corpo produz insulina que é necessária para aquele ser metabolizado e absorvido pelas células. Mas se o comemos de uma forma pura, sem outras fibras, amidos, gordura ou proteína, que reduzem o tempo de digestão, é absorvido muito rapidamente. Para acompanhar este ritmo, a insulina também é produzida muito rapidamente, mas ligeiramente desfasada. É neste intervalo que existe uma descida do açúcar no sangue dando-nos a sensação de não termos energia e sentindo-nos cansados. A reação normal é comer algo ou beber que nos dê energia. Muitas vezes, uma bebida doce, um chocolate ou uma “barra de proteína” – que está cheia de açúcar- faz com o ciclo se repita.

A solução é evitar fontes de açúcar puro! Os hidratos de carbono refinados – arroz branco, farinha branca etc- tem o mesmo efeito.

Coma fruta e hidratos de carbono integrais. Em geral quanto mais os alimentos são próximos da forma “natural” melhor.

5 – Que óleos e gorduras a consumir e a utilizar na cozinha

Frutos secos de casca ( ex. nozes, amêndoas, etc.), sementes (girassol, abobora, etc.)  assim como abacate são formas boas de comer gordura em vez de óleos. Há gorduras também nos cereais, nas leguminosas e também pequenas quantidades nas frutas e vegetais. Podemos usar alguns tipos de óleos mas os alimentos são quase sempre melhores quando estão próximos do seu estado natural, pois para além do óleo têm também alguma fibra e água que nos facilita a digestão. Manteigas de sementes e frutos ou um abacate em puré podem fazer um excelente tempero sem nenhum óleo. Estes, mesmo os melhores, são muitas vezes bastante calóricos e processados que têm tendência para ficar rançosos rapidamente (oxidam). Ranço é uma denominação usada para gorduras que ficam instáveis e criam radicais livres, quando exposta ao ar, calor e luz, tudo pelo que os alimentos passam para os óleos serem extraídos.

Os óleos polinsaturados são os mais instáveis e com mais tendência para se tornarem tóxicos. Os monoinsaturados são mais estáveis e menos suscetíveis para serem tóxicos. O azeite é o mais usado – é uma gordura monoinsaturada – pelo que se for processado a frio tem uma exposição mínima ao calor.

As gorduras saturadas são as mais estáveis quimicamente e com menor probabilidade de serem toxicas, mas não significa que sejam a escolha mais saudável – são apenas aquelas que têm menos toxinas quando são processadas para obter os óleos.

Por exemplo, a manteiga é uma gordura animal saturada que contém alguma toxicidade que depende do que os animais ingeriram ou lhe foi injetado.

Uma boa opção é o óleo de cocô que é uma planta e que não contêm o mesmo nível de toxicidade existente nas gorduras animais.

Lembrar que sempre que qualquer tipo de gordura é aquecida torna-se tóxica. Procurar usar aquelas que são mais estáveis para aquecer, como por exemplo o óleo de cocô ou manteiga (Ghee –clarificada-ou outra) e as outras em temperos depois de cozinhas ou em cru.

Os alimentos no seu estado natural são a quase sempre a melhor escolha para obter gorduras do que os óleos.

6- A forma como os alimentos são cozinhados altera os nutrientes

Todos queremos que a comida tenha um sabor maravilhoso mas também que seja nutritiva.

A saúde, energia e as sensações dependem muito da forma como os alimentos são cozinhados mas também do tipo e variedade de vegetais que comemos, que deve ser a mais diversificada possível.

Quando comemos vegetais crus a quantidade de vitaminas e minerais fica intacto. Também contêm mais água e fibra quando comparados com os cozinhados. Mas a celulose (um tipo de fibra muito importante para os intestinos) nos vegetais crus também fica intacta e alguns dos nutrientes que contêm não são absorvidos. Daí a importância de comer vegetais crus e cozidos, para que a variedades de nutrientes estejam disponíveis para absorção.

Cozinhar ao vapor é uma forma excelente de preservar os nutrientes e ao mesmo tempo permitir que todos os nutrientes estejam disponíveis para ser absorvidos. Os vegetais ao não estarem em contacto com a água não perdem grandes quantidades de vitaminas e minerais, apesar de haver alguma perca através do calor e vapor enquanto cozem. Só lhe retire a pele e corte-os após a cozedura para minimizar a perca.

Saltear também é uma boa solução desde que a gordura usada seja estável e não atinja temperaturas muito elevadas. Para minimizar este aspeto, junto um pouco de água à gordura do salteado!

O uso de ervas aromáticas e especiarias é uma forma de dar uns sabores deliciosos aos pratos. Gengibre, alho, canela são excelentes para o sistema digestivo e metabolismo. A pimenta de “cayene” pode reduzir o apetite! Um pouco de picante pode dar uma sensação de satisfação. Curcuma ou açafrão-da-índia é excelente para o metabolismo da gordura e para regular os níveis de açúcar no sangue, assim com um magnífico anti-inflamatório. Salsa e coentros estão repletos de nutrientes e de antioxidantes, os quais ajudam a neutralizar os radicais livres, pelo que quanto mais frescas melhores.

7 – Alimentos que devemos mesmo evitar

Há alguns alimentos que sabemos que podem não ser os melhores mas de vez em quando podemos comê-los. Porém há outros que devemos mesmo eliminar: os que excessivamente processados que se afastam muito da sua forma natural. A linha que separa os que podemos dos que não podemos é o uso altas temperaturas, o uso de químicos e uso de muitos componentes que por si só já foram processados. Estes são alimentos que não tem nutrientes e ainda sobrecarregam o organismo que ao tentar digeri-las ainda despende energia e muitas vezes é incapaz de os eliminar eficazmente, aumentando a carga toxica. São eles:

  • Açúcar refinado (branco, escuro, agave, xarope de milho, glucose de milho, etc);
  • Cereal refinado (arroz branco, farinha branca, farinha enriquecida);
  • Adoçantes artificias, corantes e conservantes;
  • Gorduras toxicas (gordura hidrogenada, margarina, óleos refinados de canoila, girassol, e todos aqueles que são para fritar!)
  • Produtos processados (sal refinado, carnes processadas, carnes e peixes fumados e comidas já preparadas que contenham os produtos acima mencionados.)

O corpo pode neutralizar e gerir um certa cargo tóxica, mas tem um limite. Quando atinge esse limite a nossa saúde começa a deteriorara-se. Evitar ao máximo este tipo de alimentos é o melhor que podemos fazer para nos mantermos saudáveis e equilibrados.

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Coaching é causar crescimento nos outros!

A possibilidade de crescimento é infinita. Temos tudo o que necessitamos, contudo quando queremos usar uma competência ou demonstrar o melhor que sabemos e somos, muitas vezes ficamos aquém do nosso potencial. O que fazer?

É assim que o coaching surge: como um processo que leva à mudança baseado num pensamento provocativo e criativo que conduz á inspiração e á maximização do potencial pessoal e profissional. Através de questões, de escuta activa, de compromisso e de acção, cada individuo alcança um resultado único que é inseparável da sua condição de SER, também esta ÚNICA.

O coach em conjunto com o cliente, cria um espaço onde este possa crescer, desenvolver-se, modificar-se, e adquirir novas competências. Não se trata apenas de competências técnicas ou aptidões, das quais um bom programa de formação profissional específica abrangeria. Coaching é mais do que isso! O coach permanece com a pessoa até o momento em que ela atinge o resultado! É influenciar, é capacitar, é incentivar para que a pessoa conceba ideias, pensamentos ou intenções, as quais possa transformar em acções, e consequentemente produzam os resultados desejados.

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