Moments

“What a liberation to realize that the “voice in my head” is not who I am. Who am I then? The one who sees that.”

Eckhart Tolle

 

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Valores e Virtudes: Tolerância

Reconheça que existem tantas maneiras de ser quantas as pessoas no mundo . Entenda que nenhum maneira de ser é melhor do que a outra e que todas são expressões únicas da individualidade de cada um. Combata a intolerância contra credos e etnias, mas também contra aqueles que possa considerar feios, menos inteligentes ou pobres. A tolerância está muito ligada a capacidade de vermos para além do nosso umbigo, das nossas preferências e das nossas crenças. Procure saber algo sobre as pessoas que encontrar para além de cumprimentar. Desenvolva uma conversa, interesse-se pelas particularidades dos outros seres. O verdadeira interesse ajudará a abrir o seu coração e elevar a sua tolerância.
Bem haja!

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Como manter os colaboradores motivados, empenhados e felizes no trabalho?

Pode parecer cliché, e têm sido escritos inúmeros artigos acerca deste assunto, mas as pessoas são o mais importante de uma organização, mesmo em detrimento do que se produz, do que inventa ou do que se vende. Fundadores, presidentes e gestores mundiais sabem que manter as suas equipas em progresso e em harmonia significa ganhar em vez de perder. As recentes teorias de gestão e de desenvolvimento organizacional focam-se mais do que nunca na arte de motivar os colaboradores para os manter a produzir e a sorrir. Quando os colaborados são inquiridos acerca da satisfação no trabalho as coisas inatingíveis: como fazer parte de uma equipa, ser valorizado e estimado ultrapassa o salário.
Num dos livros que li recentemente – All In de Adrian Gostick and Chester Elton- os autores analizam várias empresas, estudos e apresentam soluções para a criação de uma cultura de empresa em que as pessoas acreditem e como mantê-la. Sabe-se que a cultura pode influenciar perpectivas, expectativas, valores, crenças e até a biologia. Pode levar algum tempo para que um gestor influencie uma pessoa, mas quando a cultura da empresa está definida pode mudar rápidamente uma pessoa. Segundo os autores os colaboradores tem que estar comprometidos, habilitados e revigorados para sentir a cultura da empresa e acreditarem nela.
De que estamos a falar?
Vejamos:

• Colaboradoes habilitados tem por parte da organização as ferramentas e formação certas para a função que exercem. Verifica-se que os gestores, nos vários níveis, passam 75% do seu tempo “em campo” ora a assegurar que os colaboradores podem gerir as exigências dos seus trabalhos ora a ser “coahes”. Para os colaboradores estarem capacitados, uma organização tem que dar as ferramentas exatas e o equipamento, mas também direções claras diariamente de liderança, flexibilidade em como o trabalho se completa, e de ajuda quando os obstáculos e os desafios forem encontrados. Habilitar é certamente também capacitar, isto é :
o permitir aos trabalhadores tomar decisões de uma forma autónoma
o atingir níveis de desempenho elevados
o ter a informação que necessitam para ultrapassar os obstáculos
o processos bem definidos
o componentes certos
o e o equipamento que funciona.
Quando os colaboradoes se sentem comprometidos existe uma ligação com a missão da empresa, ao habilitá-los estamos a materializar o desempenho – como é que estamos em termos de empresa, equipa e a nível individual. Regularmente o desempenho é avaliado e analisado: desde feedback dos clientes e dos colaboradores – positivo e negativo – que é partilhado livremente, cumprimento dos prazos de entrega, níveis de faturação e outras métricas são publicadas para todos terem acesso.
• Cobaloradores são revigorados por parte dos diversos níveis de gestão a terem níveis elevados de energia e de bem-estar não só ao longo dos dias mais exigentes, mas ajudando-os a equilibrar o trabalho e a vida pessoal, e reconhecendo as contribuições individuais.
Sabemos que muitas vezes não adianta o quanto comprometidos ou habilitados os trabalhadores estão, os níveis de stress sobem, as relações são testadas, e o bem- estar é posto em risco. Para sustentar o melhor trabalho e desempenho, os colaboradores precisam de um ambiente que mantenha a energia a um nível elevado. Da mesma forma que temos que evitar o esgotamento dos gestores – aos mais variados níveis de responsabilidade – para construir uma cultura de alto desempenho também temos que tomar conta do bem-estar dos colaboradoes, que inclui o físico, emocional e social.

Procurarei indicar de seguida algumas estratégias que podem parecer apenas bom senso, mas ficará surpreendido ao saber que muitos gestores as negligenciam. Ao serem postas em prática crescem organicamente porque são baseadas no caracter, competência, confiança, alegria e no facto de que todos somos seres humanos. Os gestores são capazes de inspirar e fazer acreditar nas suas causas. Desenvolver a cultura de uma organização é uma jornada, e o que se indica a seguir são apenas ideias que não tem nenhuma ordem em particular que podem funcionar numa organização e noutra não. Experimente e sinta o impulso.

1. Ter uma visão clara: esta deve ser dada aos colaboradores como uma mapa de estrada para eles saberem, dos avanços das curvas e dos retrocessos.
2. Dar aos colaboradores o que eles querem e precisam. Não se deve simplesmente assumir que cada um dos colaboradores tem as ferramentas, formação e ajuda dos supervisores que precisam. Analise caso a caso.
3. Comunique bem e regularmente. Sessões curtas de formação, memos, reuniões semanais ou quinzenais, etc, podem ser usadas para transmitir a visão aos colaboradores. Faça questões e disponha-se a responder a perguntas, e se eles estão confusos redefina a maneira como comunica com eles .
Talvez este seja um dos aspetos mais importantes de um bom gestor: comunicar efetivamente. Criar uma cultura de comunicação onde gestores e colaboradores partilham aos objetivos que são comuns e trabalham em conjunto para os atingirem pode contribuir para um contínuo estímulo na empresa. Nunca é demais afirmar a importância da comunicação, especialmente em alturas mais difíceis e de alguma incerteza. É necessário ser muito claro no propósito quando reune com os colaboradores.
4. Envolva todos. Procure encontrar uma maneira de envolver todos os seus colaboradores no planeamento e no processo de decisão. Desta forma eles sentem que o projeto também é deles. É claro que nem sempre isto é possível, mas quando o é peça as suas ideias e use-as. Assim eles vêm as suas ideias em ação e estão interessados em que o projeto tenha sucesso. Com esta atitude não só capacita e motiva os colaboradores, ao mesmo tempo podem dar origem a processos novos e mais produtivos de trabalho.

5. “Coach” os seus colaboradores para que sejam bem-sucedidos. Feedback é um excelente motivador. Não espere pelas avaliações, antes pelo contrário dê feedback quantas vezes for possível. O feedback positivo deve ser dar de imediato, para incentivar o mesmo tipo desempenho ou melhor desempenho. O feedback negativo também dever ser dado quanto antes, para haver possibilidade dos trabalhadores se auto corrigir. Se for possivel, pode agendar reuniões semanais individuais com cada um dos colaboradores, para dar oportunidade de discussão dos assuntos e dos projetos em curso. Estas reuniões não devem ser muito longas, mas podem ser a base de uma relação profissional muito forte.
Um outro excelente motivador é o agradecimento quando um trabalho é bem feito e deve ser feito pessoalmente, se possível.
6. Atue com justiça, respeito e desenvolva a confiança (não seja uma pessoa inconsequente).
Use o seu julgamento, sabedoria e experiência para criar um ambiente compreensivo. Quando um problema surge, examine as circunstâncias, perceba o contexto e só depois é que atue. Respeito e confie na sua equipa e verá que receberá o mesmo. Se por ventura cometeu um erro, admita que errou e peça desculpa. Assim permite que os seus colaborados se relacionem melhor consigo e eles agradecem a sua honestidade.
7. Confie e verifique, mas faça com que o trabalho seja divertido e inclua alegria
Os bons gestores prestam atenção à visão de conjunto e aos detalhes e inquietam-se quer com o produto quer com os colaboradores. Sempre que possível participe no processo de criação e preste atenção ao detalhe. Mantenha sempre um sorriso. Ter um ambiente de alegria com o tempo traz resultados, pois as pessoas acabam por fazer muito mais se se divertirem.
8. Dê atenção a colaboradores com um potencial elevado. Estes colaboradores tem outras oportunidades, mesmo em situações económicas mais difíceis. Quando se está ansioso acerca do futuro pode afetar negativamente a empresa. A razão é que estão menos envolvidos e motivados no seu trabalho e talvez a fazerem planos para saírem da empresa.
9. Evite dispensar trabalhadores. É muito importante para os colaboradores confiarem nos gestores no sentido que tudo fazem para lhes manterem os postos de trabalhos. Quando a comunicação é bem-feita, aberta e negociada os colaboradores aceitam medidas para que os custos possam ser reduzidos. Pode parecer um tiro no escuro, mas ficará surpreendido o quanto as pessoas são razoáveis ao aceitarem cortes nos salários ou nas horas extras ou em certos beneficios, como parte da estratégia para ultrapassar a crise. A magia desta abordagem é simples mas poderosa: acordo.
10. Implemente programas de incentivo. Não importa qual é o tipo de negócio, estes programas são altamente benéficos em motivar os colaboradores. O maior benefício é que o custo pode ser baseado no desempenho e apenas ser pago se os objetivos forem atingidos. ” Trabalha bem e és compensado” tem um impacto positivo na empresa como um todo e com colaboradores a trabalhar duro para atingirem os seus objetivos.

Ao pôr em prática algumas destas estratégias pode parcerer que a diferença é mínima, mas com o tempo, não só cria uma cultura/identidade própria da empresa como faz com que os colaboradores se sintam parte dessa cultura e seja muito mais fácil e divertido ir trabalhar. Não se esqueça que estas estratégias podem ser aplicadas fora das empresas, mas também em projetos comunitários, na escola ou na família!

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The Answer is Choice

“The answer to solving the world’s problems, even your personal problems, is using your brain well.

That means not being stuck in your usual habits. It means being able to make a choice.

The moment you choose something, you change. The new substances that you need are immediately produced in your brain. That’s the secret of the brain.

In order to make a choice, you need to have a good “sense”—to be sharp, keen, mindful, aware, and attentive. The most important thing to sense is your soul, or your true self. That’s where your conscience is. Your conscience is the voice of your soul. It tells you in what way you should change.

Within your soul, within your conscience, is the Hongik spirit—the desire to be of benefit to everyone beyond your own personal needs. When you have a sense of your Hongik spirit, your brain becomes bright and positive. You become glad and high in spirits. Your divinity, which resides in your brain stem, becomes stronger and brighter. It thrives when your mind is focused on the Hongik spirit. That’s when your brain works at it’s best.

To solve the world’s problems and overcome of your personal challenges, become mindful of your soul, let yourself be filled with the Hongik spirit, and activate your divinity. That is how you choose to change.

Each person’s choice changes the world around them.

Ilchi Lee”

Este é o fundador do Dahn Yoga.

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Coaching e alimentação: a caminho do equilíbrio físico e mental – Parte 2

Só podemos reverter o processo silencioso de deterioração da nossa saúde se removermos os fatores negativos que o causam e substituí-los por fatores positivos e novos hábitos. Um estilo de vida que compreenda essencialmente uma alimentação natural, alguma atividade física e o uso de ferramentas mentais e emocionais que nos permitam minimizar o stress.

Os pensamentos, os sentimentos, as atitudes, as crenças e as emoções formam o nosso mundo interior. São os fatores principais que determinam se somos ou não saudáveis, felizes ou infelizes. Têm uma influência direta no nosso corpo mantendo ou não a “estrutura interna”, encaminhando, bloqueando ou melhorando o fluir da bioenergia e das atividades glandulares. Por estas razões, para melhorarmos a nossa condição, no que diz respeito à nossa saúde, devemos, mudar em primeiro lugar o nosso “mundo interior”.

Eis alguns passos importantes:

• examine a sua condição atual; faça uma lista do que não gosta e substitua por aquilo que gosta; estabeleça prioridades e faça as mudanças que deseja;

• o corpo procura preencher as espectativas da sua mente, pelo que, mantenha a consistência e perseverança em tornar-se no que quer ser;

• adote uma filosofia/estilo de vida que veja o SER como um “Todo” (espiritual ou holística, o que seja)!

A utilização de métodos mentais e emocionais em conjugação com uma melhoria na alimentação, alguns suplementos e aplicação de técnicas naturais de saúde têm impacto na resolução de vários tipos de condições (problemas intestinais, estabilização do açúcar no sangue, apetites incontroláveis, e outros sintomas). Assim, a componente nutricional da nossa mente, como por exemplo, ansiedade, depressão, pensamento nebuloso, irritação, raiva, são cuidados e podemos mais facilmente trabalhar os outros problemas mais profundos.

Somos todos diferentes e as necessidades individuais também o são, no entanto podemos seguir algumas recomendações gerais para seguir uma alimentação natural.
Assim temos os seguintes grupos:

Vegetais verdes

Verde é vida. O efeito da clorofila é indiscutível. Transporta quantidades significativas de oxigénio, o que em conjugação com a alta quantidade de minerais, faz com que os vegetais de folha verde sejam dos alimentos que mais alcalinizam o corpo. Através da clorofila, o magnésio torna a fotossíntese possível, mostrando assim uma relação profundamente reveladora entre o magnésio, a luz e o sol. Não há vida sem Sol e a vida não é possível sem clorofila.

Precisamos de diversificar os vegetais verdes que comemos. Não podemos e não devemos ficar só pela alface. Temos várias qualidades de couves de folha verde, espinafres, agrião, acelgas, salsa, coentros, etc. Também devemos comer aqueles que são da estação, cozidos e/ou crus.

Pelo menos 50% a 70% do prato deve ser de vegetais verdes – crus e/ou cozidos nas 2 principais refeições.

Fruta

A fruta é uma fonte de bons nutrientes e um agente de limpeza muito importante, particularmente se for usada na forma de sumos (feitos no momento), o que pode ser muito desafiante em algumas situações bem como pelo excesso de doce, pois é necessário que o açúcar no sangue se mantenha estável.
Devemos optar pela fruta da estação – 2 a 3 peças por dia.

Hidratos de Carbono – especialmente cereais
Quanto mais glutinosos – trigo, centeio, aveia e a cevada- mais desafiantes se apresentam para o corpo. O arroz integral (curto) e o millet são os menos desafiantes e não têm glúten. A quinoa também é uma boa solução. Quanto aos cereais de pequeno-almoço integrais e ao pão integral, deve-se ter em especial atenção os processos de fabrico e ao que lhes é adicionado.

Proteínas

São sem dúvida alimentos que formam ácidos, mas também são bons estabilizadores do açúcar no sangue. A carne vermelha é a que mais pode contribuir para a acidez, talvez por isso a evitar, enquanto as carnes brancas são menos desafiadoras. O peixe e os ovos são boas fontes de proteína. No caso dos ovos são uma excelente fonte e podem ser comidos todos os dias. Leguminosas, frutos secos, sementes, assim como o pólen, são boas alternativas para os vegetarianos e vegan, apesar de não serem proteínas completas. Quando comemos carne e peixe podemos compensar a acidez que possam provocar com uma boa quantidade de alimentos verdes.

Lacticínios

O leite é todo pasteurizado e quase sempre homogeneizado. Estes processos mudam o que era um produto natural para um não natural, e com pouco ou nenhum valor nutricional. As enzimas que são necessárias para metabolizar o leite e utilizá-lo deixam de ser produzidas pelo corpo na idade que poderemos deixar de ser amamentados pela nossa Mãe – aos 2 anos. Muita atenção ao que lhe é adicionado, inclusive ao cálcio!

O iogurte é uma boa forma, como já foi parcialmente digerido pela bactéria (fermentação), não apresenta muita dificuldade para ser digerido. Quando é feito a partir de um leite menos processado melhor ainda – como o de cabra – mas sempre natural (sem sabores e açucares).

O queijo pode ser também bastante difícil de digerir, pois é feito a partir de leite pasteurizado e tem bastante sal adicionado. Qualquer pessoa desidratada não deve comer produtos com excesso de sal.

Com exceção do iogurte natural, manteiga e da manteiga de “ghee” os outros produtos apresentam bastantes dificuldades para o corpo os processar. Os lacticínios tem tendência para desequilibrar os principais eletrólitos (cálcio, sódio, potássio e magnésio). Estão também na origem de mucos que podem adensar a linfa.

Boas alternativas são os leites de sementes e frutos secos de casca dura, sem açúcar adicionado. Podemos fazê-los, não sendo necessário comprá-los e assim evitar os estabilizadores e conservantes que contém.

Gorduras

É talvez uma das categorias mais polémicas e menos percebidas dos principais grupos de alimentos, especialmente quanto à forma de cozinhar com elas. Contrariamente ao que se acredita, não devemos cozinhar com gorduras mono e polinsaturadas, como o azeite e óleos vegetais, porque ficam seriamente danificados quando aquecidos. É muitíssimo importante para a nossa saúde não comer gorduras alteradas, hidrogenadas e na “configuração trans”, porque reduzem drasticamente a porosidade das células e alteram a sua estrutura e funcionamento.

Para cozinhar as gorduras mais estáveis são as saturadas – quimicamente são mais estáveis mesmo expostas ao calor. São a manteiga, a manteiga de ghee e o óleo de coco as mais apropriadas.

Azeite prensado a frio e outros óleos devem ser usados para temperar ou adicionados depois de cozinhar.

Procure implementar uma alimentação natural, beba muita água, durma bem e com firmeza afirmo que a sua saúde melhorará. Todavia é de especial importância aprender a acreditar na própria intuição e o seu corpo lhe dirá o que precisa.

Por fim, as mudanças devem ser introduzidas gradualmente, tendo em mente que deverão, ao ritmo desejado, tornarem-se hábitos e passarem a ser a base de um novo estilo de vida que é escolhido. O corpo com a alimentação pode equilibrar a mente, e a mente através das emoções pode equilibrar o corpo. A escolha é sua.

Aldina Costa

Publicado em:

http://saude.pt.msn.com/vidasaudavel/nutricao/item/3879-coaching-e-alimentacao-a-caminho-do-equilibrio-fisico-e-mental-parte2

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Coaching e alimentação: a caminho do equilíbrio físico e mental – Parte 1

A atitude que temos hoje relativamente à alimentação não é a mesma que costumávamos ter. Muitos olham para a alimentação como algo que faz parte do dia-a-dia que nos enche e que nos mantem. Outros associam resistência e robustez à quantidade de alimentos que ingerem. Mais recentemente começou-se a estabelecer uma conexão entre alimentação e saúde e não apenas como uma fonte de energia que precisamos. A ciência moderna tem vindo a provar que a alimentação que fazemos tem um impacto direto na saúde e no bem-estar. O que é, então, a saúde?

A forma mais usual de definir saúde é pela ausência de doença – pensamos que se não estivermos sob a alçada de um médico ou a tomar medicamentos receitados por aquele, então devemos estar com saúde. Num sentido é absolutamente verdade. Mas olhar para a saúde com esta perspetiva tão restritiva – ausência de doença – estamos a cometer uma injustiça connosco e de certa forma a defraudar o que a saúde pode realmente ser.

A saúde não deve ser vista como algo que temos ou não temos! Podemos não estar doentes, mas também não somos totalmente saudáveis. Naturalmente toleramos muitos sintomas e queixas e até pensamos que fazem parte da vida. Dores de cabeça, pele opaca e/ou com borbulhas, músculos duros, indigestão, obstipação, falta de energia, dores nas articulações, artrite, tensão pré-menstrual, constipações frequentes, são maleitas consideradas fazer parte da vida.

Pode parecer redutor mas todos os sintomas são resultado de toxicidade. Vivemos em condições pouco naturais e a toxicidade ambiental a que estamos sujeitos diariamente interfere com a nossa capacidade de nos libertamos de todas as toxinas. Simplesmente e vagarosamente vamos acumulando. O grau de exposição e o funcionamento do nosso sistema natural de desintoxicação determina o ritmo e volume desses indesejados químicos que nós conseguimos albergar no corpo sem mostrar nenhum sintoma. Não desenvolvemos cancro ou temos um ataque cardíaco de um dia para o outro. Passamos a maior parte da nossa vida a acumular. As escolhas que fazemos em cada dia vão sempre adicionando ao que já lá está!

Saúde significa o perfeito funcionamento do corpo e da mente. É acordar de manhã com os olhos brilhantes e prontos para ação do dia sem precisar de algum medicamento ou poção mágica que alivie os sintomas atrás referidos. A mente está clara e sentimo-nos bem connosco e com o nosso corpo. Disfrutamos de um sem número de sensações, ritmos e sentimo-nos felizes. Contudo nós somos mais do que o corpo físico – somos seres integrados com dimensões emocionais, mentais e espirituais. Quanto mais equilibrados estamos em todas estas dimensões, maior é o impacto na saúde física e no Bem-Estar. Algum desconforto que sentimos ao nível emocional, mental ou espiritual está intimamente ligado à saúde física do corpo e vice-versa.

Dizer que se é completamente saudável implica que todas as dimensões do nosso Ser estão a funcionar bem e estão em equilíbrio dinâmico. Significa que a vida emocional é rica e flui. Sugere que estamos conscientes das emoções/sentimentos e sabemos lidar com elas de uma forma saudável. Também significa que as nossas faculdades mentais estão a funcionar bem e que as usamos para criar propósito e sentido na vida.

A alimentação é sem dúvida um dos fatores que maior impacto tem na nossa saúde. A própria ciência tem consciência disso e começou a dissecar e analisar os componentes e a revelar indiscriminadamente muita informação gerando até alguma confusão no público. Todos os dias são publicados novos artigos sobre que alimentos são bons para nós, quais é que devemos evitar e porquê. As palavras: saudável, orgânico, biológico, passaram a ser referidas com muita frequência e fizeram com as pessoas começassem a pensar de uma forma diferente acerca dos alimentos e das suas escolhas, abrindo um sem número de novas possibilidades, não só no que se pode criar na cozinha, mas também nos níveis até que cada um pode levar a sua saúde. No entanto importa referir que um dos principais fatores que causam alteração na nossa saúde é a alimentação “não natural” composta por alimentos excessivamente refinados e processados, falta de alimentos “vivos”; deficiências em vitaminas, minerais e enzimas, combinação incorreta de alimentos, comida geneticamente modificada, e formas de cozinhar inapropriadas.

A dieta típica dos últimos anos tem vindo a incluir comida mais processada e contaminada do que alguma vez aconteceu: hormonas, esteroides, antibióticos, pesticidas, aditivos, corantes, conservantes, etc. Estamos expostos, de longe, a muito mais químicos e a uma muito maior concentração do que a geração anterior. Não esquecer os efeitos dos componente químicos das peliculas, dos plásticos das garrafas de água, ou dos copos de esferovite, e outros, que passam para a comida.

O nível dos nutrientes da comida também depende de muitos fatores. Inclui-se: tipo, variedade e quantidade de comida; tamanho e maturidade da planta; a qualidade do solo, químicos e fertilizantes usados; idade dos animais e qualidade da ração dada; país de origem, a duração do dia e intensidade da luz, temperatura, estação, etc. As comidas são cultivadas e crescem em solos que já estão esgotados e não contêm o nível dos nutrientes que tinham à 50 anos atrás. Mesmo na produção orgânica/biológica não há adição de nutrientes, somente está garantido serem livres de pesticidas. Os métodos de colheita, distribuição e armazenagem são muito importantes para a preservação dos nutrientes.

Quase podemos dizer que com todas estas interações os alimentos mudaram: de naturais para artificias. De facto estes alimentos artificias tendem a conter químicos que o corpo tem dificuldade em reconhecer e digerir.

Se adicionarmos à poluição, a falta de atividade física, um sem número de emoções e atitudes prejudicais (ressentimento, ansiedade, medo, preocupação, descontentamento, ganância, inveja, etc), temos um conjunto de elementos que silenciosamente vão comprometendo a nossa saúde.

O que podemos fazer?

A ideia de uma vida de equilíbrio associada ao bem-estar está presente nos mais variados meios de comunicação e é difícil não encontrar um anuncio publicitário que não recorra a este conceito. Nos grandes supermercados passamos a encontrar zonas que lhe são dedicadas e outros espaços de venda começaram a florescer por tudo quanto é lugar.

Aliás, passou a ser “moda” a cultura do bem-estar, hábitos de vida saudáveis, exercício físico, alimentação biológica/orgânica, e tudo o que possa trazer saúde, qualidade de vida, e que respeite os princípios do equilíbrio entre o corpo e a natureza.

E então porque é que não estamos a ficar mais saudáveis? Porque é começamos a alimentarmo-nos de uma forma mais saudável ou mesmo a ir ao um ginásio e passados alguns meses, acabamos por abandonar lentamente algumas rotinas que implementamos?

Talvez o maior desafio associado a esta necessidade equilíbrio seja mudança do comportamento que é necessária. Não falamos apenas da decisão de iniciar algo novo e diferente (que parte de uma reflexão – é racional) mas de acompanhar essa decisão com uma rotina que com continuidade se torne um hábito.
Muitos dos profissionais que trabalham na área da saúde e bem-estar, estão embebidos eles também de hábitos, que passam por diagnosticar, prescrever e tratar. Poucas são as situações em que se exige uma responsabilização do “cliente” no sentido de mudar comportamentos, pois, muitas vezes, persiste a ideia de que o tratamento /aconselhamento sugerido é suficiente. O que acontece é que, apenas dizer às pessoas o que fazer, requer uma profunda disciplina e abertura, para que se dêem as mudanças necessárias. É aqui que reside o maior obstáculo.

Porém, existem outros profissionais que gostam de educar. Acreditam que fornecer às pessoas a melhor informação acerca da saúde, fará a diferença. Sem dúvida que faz.

No entanto, não basta falar de mudanças de hábitos e de estilo de vida.
É neste âmbito que surge o Coaching de saúde e bem-estar. Como qualquer processo de coaching exige uma consciencialização profunda de onde se está e para onde se quer ir. A autoavaliação, por parte do cliente e a sua compreensão profunda dos mecanismos que originam fatores de estilo de vida geradores de desequilíbrios que afetam a sua saúde, bem-estar e qualidade de vida é determinante. O Coach promove a reflexão no cliente através de questões. Depois de analisados conjuntamente os fatores que produzem os desequilíbrios definem-se os objetivos e focos. Delineiam-se estratégias, fornecem-se ferramentas, métodos para auxiliar a pessoa a atingir as metas desejadas. O Coach proporciona técnicas para uma melhor gestão do stress, alerta para a importância dos pensamentos e emoções e consciencializa o cliente para a importância que advém da manutenção de um estado de equilíbrio e vitalidade. Responsabiliza o indivíduo a assumir um papel ativo nas suas decisões e orienta-o nas possíveis escolhas em relação a hábitos de vida saudáveis. O Coach permanece com cliente até este atingir os desígnios que se propôs. Quando o cliente já esta a experimentar uma boa saúde e desfruta ela, juntos celebram esse feito com muita alegria.

Aldina Costa

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http://saude.pt.msn.com/vidasaudavel/nutricao/item/3877-coaching-e-alimentacao-a-caminho-do-equilibrio-fisico-e-mental-1

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Em que acreditar numa época de confusão: ciência ou alternativa

Mesmo que um fármaco ou tratamento seja apoiado pela ciência, de forma alguma é garantia de que é  seguro ou eficaz. Da mesma forma, se um tratamento alternativo não foi publicado em uma revista médica, isso não significa que é ineficaz ou inseguro. Exercício e uma alimentação natural (comer mais frutas frescas e vegetais da época) podem ser tão eficazes como um tratamento com um fármaco, aliás como  alguns estudos têm mostrado. É por isso que é tão crucial ter uma estrutura imparcial que possa  ajudar-nos a avaliar todos estes estudos … difícil de encontrar!

Razão pela qual muitas pessoas decidiram começar a usar todos os recursos disponíveis, orientação de alguns especialistas  e outras experiências, para determinar qual tratamento médico ou a orientação  que melhor o serve na sua situação.

É razoável manter algum ceticismo  mas também alguma abertura … mesmo a algo que eu estou a dizer e a escrever, mas é necessário entender que  somos os responsáveis  pela nossa  SAÚDE e da nossa família, e não certamente os milagrosos produtos que empresas farmacêuticas  tentam vender que mais não fazem do que resolver sintomas  e não causas.

Se está em face de um situação de saúde desafiante é bom procurar uma  pessoa com formação específica em orientação nutricional – alguém que realmente entenda a saúde  e os seus fundamentos – que o ajude a perceber os sintomas e a resolver as causas –  não obstante que se mantenha sobre a vigilância de um médico.

Não perca o proximo artigo onde irei abordar “A base das doenças”.

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Aqui está a tua “Missão”…

  1. Receberás um corpo. Poderás gostar dele ou não, mas será teu pelo tempo que viveres .
  2. Aprenderás lições. Estás matriculado a tempo inteiro, na escola informal da “Vida”. Cada dia nesta escola terás oportunidade de aprender lições. Poderás gostar delas ou pensar que elas são irrelevantes e estúpidas.
  3. Não há erros, apenas lições.  Crescer é um processo de tentativa e erro – experienciar. As experiências falhadas são parte do processo assim como as experiências  que em ultimo caso funcionam.
  4.  Uma lição é repetida até ser aprendida. Uma  lição será apresentada de vários formas até a teres aprendido e depois podes passar à lição seguinte.
  5. A aprendizagem nunca acaba. Não há parte da vida que não contenha as suas lições. Se estás vivo, há lições para serem aprendidas.
  6. “Ali” não é melhor do que “Aqui”. Quando o “Ali” se torna “Aqui” tu simplesmente iras obter outro “Ali” que parecerá novamente melhor que “Aqui”.
  7. Os outros são meros espelhos de ti. Tu não podes gostar ou odiar qualquer coisa acerca de outra pessoa, a não ser que isso espelhe alguma coisa que tu gostes ou odeies acerca de ti.
  8. O que fazes da tua vida é tua decisão. Tens todos os recursos e ferramentas que precisas, como os utilizas é do teu livre arbítrio. A escolha é tua.
  9. As respostas estão no teu interior.  As respostas as questões da vida estão no teu interior. Apenas  precisas  de observar, ouvir e confiar.
  10. Se pensas que “Podes” ou “Não Podes” –  em ambos os casos estarás certo.

Pensa acerca disto.

                                                                                                                            Autor desconhecido.

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CNV – A estrutura

Na comunicação temos sempre um emissor e um recetor. No modelo da CNV chama-se: honestidade e empatia. De um lado estamos a falar, a dar, a ser autênticos e verdadeiros. Do outro lado estamos a ouvir, a receber, a ser empáticos, a ser capaz de comunicar com o coração. Para conseguirmos este acordo mútuo de dar e receber a partir do coração centramo-nos em 4 componentes :

  •  Observar
  •  Sentir
  •  Necessidade/precisão
  •  Pedir/solicitar

Observar. Primeiro observamos o que está realmente acontecer na situação, tal como se fôssemos uma câmara de filmar. Não se apanha o que é normal ou anormal, apropriado ou desapropriado, gentil ou áspero. Estas classificações são as nossas interpretações, análises ou avaliações do que está acontecer, não são comportamentos realmente observáveis. Se alguém nos diz que o outro foi áspero, eu pergunto: o que é chama ser áspero? A resposta pode dar-me mais algum esclarecimento sobre aquele comportamento, mas não mais do que isso. O objetivo da observação é termos um ponto de partida para conversarmos, sabermos do que estamos a falar para evitar aqueles argumentos que não nos levam a sítio nenhum. É escutar as palavras e observar comportamentos que constituem aquele momento. Há sempre exceções mas no geral estamos a falar de condutas observáveis. Não é fazer da observação uma forma de avaliar, julgar, analisar ou “construir as nossas histórias” sobre os factos que estamos observar. Por vezes é difícil distinguir o que realmente aconteceu da “história” do que aconteceu. É esta diferença que mantém a conversa limpa e a fluir.

Sentir. É necessário expressarmos claramente os sentimentos ou as emoções. Em conversa não queremos dizer coisas que nos parece que são expressão de um sentimento ou emoção mas que são muito mais expressão de uma acusação.
Se digo: “eu sinto-me atacada por ti”… Atacada não é uma sensação ou emoção, no entanto isso não impede que eu não saiba o que é sentir-me atacada por alguém, isto é, sentir-me  confusa, amedrontada ou triste. Há emoções por detrás destas palavras: atacada, ignorada, traída… Mas nenhuma delas são sentimentos. Cada pessoa sente as coisas de forma diferente. Traição não é um sentimento, mas podemos saber o que é que a outra pessoa sente quando é traída. Podemos inspirar os outros quando nos colocamos numa posição vulnerável, com autenticidade, não com fraqueza. Quando mostramos o que vai no nosso coração é uma forma de apaziguamento. Não o fazemos para manipular mas para partilhar a qualidade de conexão com alguém quando diz coisas que parecem sentimentos mas que realmente são uma espécie de acusação. Queremos uma conexão baseada em expressões muito claras. Não queremos expressões ” Eu sinto-me com… “, “Eu sinto-me como se me estivesses a julgar”. O que completa aquelas frases são “pensamentos ” e não sentimentos.

 Necessidade/precisão. Não se está a falar no sentido de falta de qualquer coisa, mas sim de necessidades humanas universais. Sim, água, ar e alimentos são necessidades de sobrevivência, mas para além destas temos necessidades de progresso, de desenvolvimento.
Cada ser humano tem necessidades específicas: amizade, criatividade, expressão, intimidade, autonomia (no sentido de escolha de como gerir a sua vida), confiança, amor, conexão, etc. Quando se  usa esta linguagem de necessidade é uma linguagem que desarma e convida o outro a falar da mesma forma. No entanto não queremos misturar isto com estratégias. Estratégias são maneiras de satisfazer as necessidades e para cada conjunto de necessidades há múltiplas estratégias para as satisfazer. Começamos a encontrar dificuldades na comunicação quando pensamos que a estratégia é a necessidade/precisão. Conhecemos bem a expressão: este é o único caminho! De um mundo de possibilidades/oportunidades direcionamo-nos apenas para uma. Isto é apavorante e assustador e torna a componente (pedidos/solicitações) muito reduzida. Não há uma só maneira da minha necessidade ser preenchida. Queremos conectar a sensação/ sentimento com a necessidade. É o estímulo não a causa. Se a minha necessidade de amizade é preenchida eu tenho certas sensações ou sentimentos. Se a minha necessidade de amizade não é preenchida eu vou ter outras sensações ou sentimentos.

Pedir/solicitar. É normal na CNV pedir/solicitar às pessoas o que queremos que elas façam no entanto não estão a fazer uma exigência. Num verdadeiro pedido/solicitação é possível eu ouvir um não com o mesmo amor do que um sim. Da mesma forma, as tuas necessidades contam como as minhas. Numa exigência as minhas necessidades não contam, eu só quero as coisas feitas e não quero saber da energia com que elas são feitas (medo, culpa, vergonha, etc). Se aceitamos um pedido devemos fazê-lo/cumpri-lo com alegria, amor , satisfação, etc, caso contrário cria ressentimento.

Se fazemos um pedido/solicitação e a outra parte diz que não, o que fazemos é ter de novo uma conversa sobre as necessidades e depois vamos explorar as estratégias para satisfazer essas necessidades.

É desafiante dizer algo a alguém com quem se está zangado. Veja se pode dizer o que normalmente se diz, nestas 4 componentes:

  •   O que está observar. Identifique o facto sem avaliações, opiniões, julgamentos ou  análises.
  •   O que sente sobre essa observação.
  •   Qual a necessidade/precisão que não está a ser satisfeita
  •   O que está a pedir/solicitar para…

Parece muito simples…

 Aldina Costa

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O poder da Vitamina D

Estudos mostram que a Vitamina D é muito eficaz contra a Influenza (gripe). De facto se o sistema imunitário estiver a funcionar corretamente, a probabilidade de contrair uma constipação ou gripe são muito poucas. A Vitamina D é um importante fator no sistema imunitário, mas também um agente antimicrobiano por si só, que produz uma quantidade enorme de peptídeos antimicrobianos que destroem bactérias, vírus e fungos. Ter os níveis de vitamina D otimizados no nosso corpo é um uma excelente medida.
Qual é a melhor maneira de otimiza-los?
A exposição solar é a melhor forma de otimizar os níveis de vitamina D. O corpo tem um mecanismo interno que ajuda a prevenir os efeitos nefastos, daí que apanhar sol 15 a 30 minutos por dia é suficiente e seguro. A Vitamina D vindasol do Sol atua como uma pro-hormona, convertendo-se rapidamente na pele para D3. Por outro lado, quando a pele está exposta ao sol, produz outras substâncias muito importantes para a função cerebral e cardiovascular. Por fim não podemos esquecer os efeitos indiscutíveis no sistema imunitário de uma alimentação natural e de 6 a 8 horas de sono.
Se quer evitar a gripe o que precisa de fazer é manter um sistema imunitário robusto e a funcionar bem. Isso vai-se construindo ao longo do tempo, mas acredito que otimizar os níveis de vitamina D é uma estratégia muito eficaz, seguida de uma alimentação natural e descanso.

Aldina Costa

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