Desintoxicar o organismo depois das Festas

Feliz Ano Novo. Espero que este período festivo tenha sido agradável e que seja o início de um excelente ano. Talvez estejamos bastante entusiasmados com o Novo Ano mas também com algum sentimento de culpa por causas dos excessos.

Eis algumas sugestões para uma desintoxicação depois das festas.
1) Esfoliar. Esfoliar o corpo e escovar a pele, a seco com uma escova apropriada, é uma excelente técnica que ajuda a aumentar a circulação e a melhorar a aparência da pele baça. Estas duas técnicas dão um excelente estímulo se por acaso tiver negligenciado o seu corpo e face nos últimos tempos. Investir numa escova adequada e escovar o corpo, a seco, todos os dias, de baixo para cima em direcção ao coração, é óptimo. Quanto à face comece com um exfoliante leve e faça 2 vezes por semana, depois, uma vez por semana é suficiente, pois não deve abusar na pele delicada da face.
2) Limpeza. Muitos de nós consumimos mais comida calórica e álcool que o normal durante este período de festas e agora é tempo de limpar o corpo da toxicidade adicional. Um bom começo é iniciar o dia com um copo de água morna pré-fervida com sumo de meio limão adicionado. É um desintoxicante fantástico e o corpo agradece. Evitar o álcool completamente neste período também é preferível, assim como a cafeína. Se não consegue deixar o café, talvez, uma chávena de chá verde (também é estimulante e possui antioxidantes) pode ser uma alternativa. Não vá para além de 2 chávenas. Se tem que adoçar o chá, opte por um colher muito pequena de mel. Será escusado dizer que o fumar deve ser evitado.
3) Dieta. Faça uma pausa na comida pesada, rica em calorias e em produtos processados incluindo o pão e as massas de trigo.

Também minimize os lacticínios, mas um iogurte natural com probiótico ou um ovo cozido é aceitável. Batidos e sopa feita em casa são muito boas se pretende aliviar o seu corpo. Seria ideal se conseguir ficar um dia ou dois só com frutas e alguns vegetais. Se esta solução é muito ambiciosa substitua o pequeno-almoço por um batido (sem frutas muito doces) e o jantar por uma sopa de vegetais ou frango com algum arroz e vegetais.
4) Técnicas de relaxamento e alguma aromaterapia. Óleo de limão, de toranja ou de patchouli no banho são excelentes desintoxicantes. Adicione 6 a 8 gotas na água ou 2-4 num óleo de massagem. É essencial que teste os óleos antes  para evitar algum tipo de sensibilidades.


5) Exercício. É muito valioso adicionar exercício a sua rotina mas não tem que ser um exercício muito exigente nesta fase. Aliás, ioga, é uma opção fantástica para o corpo e mente – 10 m de manhã e 10 minutos à noite – ajudarão a a ficar focado, relaxado e a saber controlar melhor os desejos

Aldina Costa

Life and Wellness Coach

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Dia da Mulher

O Dia Internacional da Mulher e a data de 8 de Março são comumente associados a dois fatos históricos que teriam dado origem à comemoração. O primeiro deles seria uma manifestação das operárias do setor têxtil nova-iorquino ocorrida em 8 de março de 1857 (ou em 1908), quando trabalhadoras ocuparam uma fábrica, em protesto contra as más condições de trabalho. O outro acontecimento é o incêndio de uma fábrica, ocorrido na mesma data e na mesma cidade. Não existe consenso historiográfico quanto a esses dois fatos, nem sequer sobre as datas, o que gerou mitos sobre esses acontecimentos.
Durante anos a data foi comemorado atá ao início da decada 20. Depois, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na decada de 60.
Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original. Por esse motivo quero escrever neste dia acerca do papel fundamental que a Mulher tem na socieade e que que quero realçar neste artigo de opinião.
Por a ser Mulher educada de uma forma diferente que o homem , apesar de ter mais educação, ocupar mais cargos de decisão em empresas e na sociedade em geral, há um aspecto que gostaria de engrandecer: o seu papel de educadora.O
Há uma famosa frase de Anatole France – famoso escritor Francês – que diz:
“ Pois a mulher é a grande educadora do homem: ensina-lhe as virtudes encantadoras, a polidez, a discrição e essa altivez que teme ser importuna. Ela mostra a alguns a arte de agradar, a todos a arte útil de não desagradar.”
Algumas das frases são intemporais e esta parece que é uma delas. Nos tempos em que vivemos, tão apressados que andamos, gostaria de lançar um repto às mulheres:
• Será que estamos mesmo a ser as grandes educadoradas?
• Será que educamos os nossos filhos da mesma forma que educamos as filhas?
• Será que não estamos a reproduzir intrinsecamente o mesmo modelo em que fomos educadas ?
• Será que estamos a saber lidar com as heranças culturais de uma sociedade assente no poder decisivo no maculino?
• Mulheres, Mães, Tias, Avós teremos a audácia de educar realmente os homens- nossos filhos de hoje – futuros homens?
Os valores e virtudes universais outrora passados em família, na educação religiosa ou na escola não são visíveis, antes pelo contrário, deparamo-nos com atitudes verdadeiramente reveladoras do contrário. Será que não passamos esses valores e virtudes porque os desconhecemos? Porque nunca pensamos neles? Porque só vemos o que os outros não fazem e não olhamos para nós? Não podemos educar se não desenvolvemos a nossa educação cívica e a consciência das nossa atitudes.
Parece-me que temos ainda um longo caminho a percorrer e com a certeza de que os nossos filhos de hoje são os homens de amanhã, temos mesmo que actuar Mulheres!

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Pensamento do dia

Mantenha sempre o pensamento, de que tudo o que está a realizar nesta vida é para si próprio: acções elevadas produzem frutos elevados.

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Será que somos enigmáticos?

Tendo por base estatísticas, a correlação entre como os outros nos percecionam e como acreditamos que somos percecionados é muito baixa.

Sem nos apercebemos disso – nós em geral – funcionamos com base em dois equívocos:
1 –  Os outros vêm-nos objetivamente como somos;
2 –  E, que os outros nos veem como nós nos vemos.

 Ambas as assunções são um equivoco.
Será porque somos enigmáticos?

Ninguém é um livro aberto! Para se ser completamente e 100% conhecível, tem que ser possível à outra pessoa estar dentro da mente da outra, e como se sabe, isso não é possível. E ninguém, também se esforça tanto quanto imagina para se fazer conhecível. As emoções são menos obvias e a face também é menos expressiva. Emoções bastante fortes – surpresa, medo, desgosto e fúria – são mais facilmente legíveis do que as emoções mais subtis que experienciamos diariamente. Quando alguém parece ligeiramente frustrado não é muito diferente do que quando está um pouco preocupado, confuso, desapontado ou nervoso. A face que transmite ” estou ofendida pelo que tu acabaste de dizer” parecerá diferente daquela “não estou de todo ofendido com o que disseste”. Na maior parte das vezes pensamos, “eu fui claro no que disse!” ou “tu sabes o que eu quero dizer” mas não fomos claros, nem a outra pessoa também foi.
No mundo da psicologia isto chama-se ilusão da transparência, e parece que somos muitas vezes vitimas desta ilusão. De facto algumas pessoas são mais fáceis de perceber do que outras. Estas pessoas parecem expressar-se de uma forma que permite aos outros percecioná-los com mais rigor.

O que faz, então, com que uns sejam mais fáceis de julgar?
Para se ser rigoroso na avaliação de outra pessoa, 4 coisas têm que acontecer.

Body-Language.-Forbes.-4.-6.15 Aquele que está a ser observado:
1. tem que colocar a informação disponível
2. ter a certeza de que a informação é relevante

 Da parte de quem  está a observar há que:
1. detetar e prestar atenção á informação
2. usá-la corretamente

 Vamo-nos focar apenas no que está sob o nosso controle, isto é, quando sabemos que estamos a ser observados.
Para se ser facilmente percecionável temos que colocar a informação disponível para os outros, a qual deve mostrar as qualidades especificas que queremos transmitir.
Se por exemplo, se é uma pessoa muito envergonhada e reservada, estas características não revelam nada acerca dos pensamentos ou da sensibilidade. As pessoas ficam apenas a saber muito pouco acerca dela. O perigo é que essas mesmas pessoas, geralmente nestes casos, assumem uma série de características, imaginando um perfil de personalidade – que pode ou não – ser correcto.
Parece que é mais vantajoso ser facilmente percecionável. Essas pessoas demonstram maior capacidade de adaptação; são mais felizes; mais satisfeitas com a vida pessoal e profissional; tem relacionamentos mais duradouros e positivos; tem um grande sentido de propósito na vida;  sentem-se a viver com mais autenticidade e com mais confiança.
Quando as pessoas nos percecionam corretamente a vida é mais simples, fácil, compensadora, e com mais oportunidades.

A mim faz-me todo o sentido, e a si?

Fonte: Halvorson, Heide-  No one undestands you

 

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Moments

“One thing we do know: Life will give you whatever experience is most helpful for the evolution of your consciousness. How do you know this is the experience you need? Because this is the experience you are having at this moment.”

Eckhart Tolle

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Know The Meaning Of Divine Love

Know The Meaning Of Divine Love

Love is the key that opens all doors. Love breaks down all barriers. Is it any wonder I keep telling you to open your hearts and love one another? Only when you have learnt to love one another can you hope to go out into the world and help those in desperate need. Compassion towards your fellow humans is not enough; there must be Love, Love and more Love, for where there is Love, there am I, for I AM Love and you are consciously aware of Me and My presence. You cannot make yourself love anyone but when you raise your consciousness you are able to reach that state when you know that all is of Me and there is nothing else, no separation, that every soul is of Me made in My image and likeness. Therefore you are One and as long as you remain in that raised state of consciousness you know the meaning of divine Love, and perfect peace and understanding fills your whole being.

22 January 201
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Viagens sem tempo

O Martins Moniz é hoje um ponto de encontro não só de diferentes raças como uma porta para fazermos tributo ao fado. São inúmeros os nomes de fadistas inscritos nas paredes das casas onde nasceram ou cantaram assim como estão escarrapachadas as fotografias de caras melancólicas. Parece que tudo está alinhado. Se em tempos eram ruas e ruelas cheias de vida, hoje são lugares, ainda que recuperados, que cheiram a abandono, a inquietação, a tristeza. Continuamos a subir ao toque da campainha do eléctrico 28 – para sairmos do meio do caminho – pois ele é o dono não só dos carris como de toda a estrada. É curioso ver os sinais do tempo e o ajuste dos novos moradores que teimam em indicar, também, os serviços na sua língua materna.
A chegada à Graça, um bairro grandioso, não só pelos seus miradouros como pela sua história associada às vilas operárias, é curioso o contraste entre o cosmopolitismo e o lado provinciano. A desfrutar das mais belas vistas da cidade vemos pessoas sentadas ou de pé, ouvimos vários idiomas e sentimos o deslumbramento desta gente que atravessou oceanos ou apenas subiu a calçada para sentir Lisboa, menina e moça!IMG_0888

 

 

 

 

 

Quando se observa a vida própria de uma das vilas do bairro – a Bertha – apercebemo-nos dos pormenores artísticos e urbanísticos com que elas foram idealizadas e construídas. Tinham um fim: aglutinar pessoas. Parece que o tempo ali parou e o estilo também. Apesar dos sons dos carros que entram vagarosamente na rua principal, cujas portas se abrem e de onde saem pessoas com compras em sacos, sente-se os olhares reveladores de arrufos entre casais e as mais variadas dinâmicas familiares.
Vindos do monte da Graça e ao virar da esquina entramos na mais famosa tasca de fado vadio contemporânea – A tasca do Jaime. É um lugar de encontros de várias culturas em redor de mesas cheias de petiscos e jarros de vinho que se vão esvaziando ao som de uma fadista vadia vinda de um outro lugar com um sotaque que mais soa a espanhol. Afinal não é espanhola, é holandesa! Que estranha sensação esta, de ouvir fado com sotaque! Primeiro estranha-se e depois entranha-se. Parece que tudo está controlado, desenhado à medida e acertado com os sons daquela guitarra portuguesa que dá o toque de partida para estas viagens sem tempo definido.

 

 

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Moments

“What a liberation to realize that the “voice in my head” is not who I am. Who am I then? The one who sees that.”

Eckhart Tolle

 

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Valores e Virtudes: Tolerância

Reconheça que existem tantas maneiras de ser quantas as pessoas no mundo . Entenda que nenhum maneira de ser é melhor do que a outra e que todas são expressões únicas da individualidade de cada um. Combata a intolerância contra credos e etnias, mas também contra aqueles que possa considerar feios, menos inteligentes ou pobres. A tolerância está muito ligada a capacidade de vermos para além do nosso umbigo, das nossas preferências e das nossas crenças. Procure saber algo sobre as pessoas que encontrar para além de cumprimentar. Desenvolva uma conversa, interesse-se pelas particularidades dos outros seres. O verdadeira interesse ajudará a abrir o seu coração e elevar a sua tolerância.
Bem haja!

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Como manter os colaboradores motivados, empenhados e felizes no trabalho?

Pode parecer cliché, e têm sido escritos inúmeros artigos acerca deste assunto, mas as pessoas são o mais importante de uma organização, mesmo em detrimento do que se produz, do que inventa ou do que se vende. Fundadores, presidentes e gestores mundiais sabem que manter as suas equipas em progresso e em harmonia significa ganhar em vez de perder. As recentes teorias de gestão e de desenvolvimento organizacional focam-se mais do que nunca na arte de motivar os colaboradores para os manter a produzir e a sorrir. Quando os colaborados são inquiridos acerca da satisfação no trabalho as coisas inatingíveis: como fazer parte de uma equipa, ser valorizado e estimado ultrapassa o salário.
Num dos livros que li recentemente – All In de Adrian Gostick and Chester Elton- os autores analizam várias empresas, estudos e apresentam soluções para a criação de uma cultura de empresa em que as pessoas acreditem e como mantê-la. Sabe-se que a cultura pode influenciar perpectivas, expectativas, valores, crenças e até a biologia. Pode levar algum tempo para que um gestor influencie uma pessoa, mas quando a cultura da empresa está definida pode mudar rápidamente uma pessoa. Segundo os autores os colaboradores tem que estar comprometidos, habilitados e revigorados para sentir a cultura da empresa e acreditarem nela.
De que estamos a falar?
Vejamos:

• Colaboradoes habilitados tem por parte da organização as ferramentas e formação certas para a função que exercem. Verifica-se que os gestores, nos vários níveis, passam 75% do seu tempo “em campo” ora a assegurar que os colaboradores podem gerir as exigências dos seus trabalhos ora a ser “coahes”. Para os colaboradores estarem capacitados, uma organização tem que dar as ferramentas exatas e o equipamento, mas também direções claras diariamente de liderança, flexibilidade em como o trabalho se completa, e de ajuda quando os obstáculos e os desafios forem encontrados. Habilitar é certamente também capacitar, isto é :
o permitir aos trabalhadores tomar decisões de uma forma autónoma
o atingir níveis de desempenho elevados
o ter a informação que necessitam para ultrapassar os obstáculos
o processos bem definidos
o componentes certos
o e o equipamento que funciona.
Quando os colaboradoes se sentem comprometidos existe uma ligação com a missão da empresa, ao habilitá-los estamos a materializar o desempenho – como é que estamos em termos de empresa, equipa e a nível individual. Regularmente o desempenho é avaliado e analisado: desde feedback dos clientes e dos colaboradores – positivo e negativo – que é partilhado livremente, cumprimento dos prazos de entrega, níveis de faturação e outras métricas são publicadas para todos terem acesso.
• Cobaloradores são revigorados por parte dos diversos níveis de gestão a terem níveis elevados de energia e de bem-estar não só ao longo dos dias mais exigentes, mas ajudando-os a equilibrar o trabalho e a vida pessoal, e reconhecendo as contribuições individuais.
Sabemos que muitas vezes não adianta o quanto comprometidos ou habilitados os trabalhadores estão, os níveis de stress sobem, as relações são testadas, e o bem- estar é posto em risco. Para sustentar o melhor trabalho e desempenho, os colaboradores precisam de um ambiente que mantenha a energia a um nível elevado. Da mesma forma que temos que evitar o esgotamento dos gestores – aos mais variados níveis de responsabilidade – para construir uma cultura de alto desempenho também temos que tomar conta do bem-estar dos colaboradoes, que inclui o físico, emocional e social.

Procurarei indicar de seguida algumas estratégias que podem parecer apenas bom senso, mas ficará surpreendido ao saber que muitos gestores as negligenciam. Ao serem postas em prática crescem organicamente porque são baseadas no caracter, competência, confiança, alegria e no facto de que todos somos seres humanos. Os gestores são capazes de inspirar e fazer acreditar nas suas causas. Desenvolver a cultura de uma organização é uma jornada, e o que se indica a seguir são apenas ideias que não tem nenhuma ordem em particular que podem funcionar numa organização e noutra não. Experimente e sinta o impulso.

1. Ter uma visão clara: esta deve ser dada aos colaboradores como uma mapa de estrada para eles saberem, dos avanços das curvas e dos retrocessos.
2. Dar aos colaboradores o que eles querem e precisam. Não se deve simplesmente assumir que cada um dos colaboradores tem as ferramentas, formação e ajuda dos supervisores que precisam. Analise caso a caso.
3. Comunique bem e regularmente. Sessões curtas de formação, memos, reuniões semanais ou quinzenais, etc, podem ser usadas para transmitir a visão aos colaboradores. Faça questões e disponha-se a responder a perguntas, e se eles estão confusos redefina a maneira como comunica com eles .
Talvez este seja um dos aspetos mais importantes de um bom gestor: comunicar efetivamente. Criar uma cultura de comunicação onde gestores e colaboradores partilham aos objetivos que são comuns e trabalham em conjunto para os atingirem pode contribuir para um contínuo estímulo na empresa. Nunca é demais afirmar a importância da comunicação, especialmente em alturas mais difíceis e de alguma incerteza. É necessário ser muito claro no propósito quando reune com os colaboradores.
4. Envolva todos. Procure encontrar uma maneira de envolver todos os seus colaboradores no planeamento e no processo de decisão. Desta forma eles sentem que o projeto também é deles. É claro que nem sempre isto é possível, mas quando o é peça as suas ideias e use-as. Assim eles vêm as suas ideias em ação e estão interessados em que o projeto tenha sucesso. Com esta atitude não só capacita e motiva os colaboradores, ao mesmo tempo podem dar origem a processos novos e mais produtivos de trabalho.

5. “Coach” os seus colaboradores para que sejam bem-sucedidos. Feedback é um excelente motivador. Não espere pelas avaliações, antes pelo contrário dê feedback quantas vezes for possível. O feedback positivo deve ser dar de imediato, para incentivar o mesmo tipo desempenho ou melhor desempenho. O feedback negativo também dever ser dado quanto antes, para haver possibilidade dos trabalhadores se auto corrigir. Se for possivel, pode agendar reuniões semanais individuais com cada um dos colaboradores, para dar oportunidade de discussão dos assuntos e dos projetos em curso. Estas reuniões não devem ser muito longas, mas podem ser a base de uma relação profissional muito forte.
Um outro excelente motivador é o agradecimento quando um trabalho é bem feito e deve ser feito pessoalmente, se possível.
6. Atue com justiça, respeito e desenvolva a confiança (não seja uma pessoa inconsequente).
Use o seu julgamento, sabedoria e experiência para criar um ambiente compreensivo. Quando um problema surge, examine as circunstâncias, perceba o contexto e só depois é que atue. Respeito e confie na sua equipa e verá que receberá o mesmo. Se por ventura cometeu um erro, admita que errou e peça desculpa. Assim permite que os seus colaborados se relacionem melhor consigo e eles agradecem a sua honestidade.
7. Confie e verifique, mas faça com que o trabalho seja divertido e inclua alegria
Os bons gestores prestam atenção à visão de conjunto e aos detalhes e inquietam-se quer com o produto quer com os colaboradores. Sempre que possível participe no processo de criação e preste atenção ao detalhe. Mantenha sempre um sorriso. Ter um ambiente de alegria com o tempo traz resultados, pois as pessoas acabam por fazer muito mais se se divertirem.
8. Dê atenção a colaboradores com um potencial elevado. Estes colaboradores tem outras oportunidades, mesmo em situações económicas mais difíceis. Quando se está ansioso acerca do futuro pode afetar negativamente a empresa. A razão é que estão menos envolvidos e motivados no seu trabalho e talvez a fazerem planos para saírem da empresa.
9. Evite dispensar trabalhadores. É muito importante para os colaboradores confiarem nos gestores no sentido que tudo fazem para lhes manterem os postos de trabalhos. Quando a comunicação é bem-feita, aberta e negociada os colaboradores aceitam medidas para que os custos possam ser reduzidos. Pode parecer um tiro no escuro, mas ficará surpreendido o quanto as pessoas são razoáveis ao aceitarem cortes nos salários ou nas horas extras ou em certos beneficios, como parte da estratégia para ultrapassar a crise. A magia desta abordagem é simples mas poderosa: acordo.
10. Implemente programas de incentivo. Não importa qual é o tipo de negócio, estes programas são altamente benéficos em motivar os colaboradores. O maior benefício é que o custo pode ser baseado no desempenho e apenas ser pago se os objetivos forem atingidos. ” Trabalha bem e és compensado” tem um impacto positivo na empresa como um todo e com colaboradores a trabalhar duro para atingirem os seus objetivos.

Ao pôr em prática algumas destas estratégias pode parcerer que a diferença é mínima, mas com o tempo, não só cria uma cultura/identidade própria da empresa como faz com que os colaboradores se sintam parte dessa cultura e seja muito mais fácil e divertido ir trabalhar. Não se esqueça que estas estratégias podem ser aplicadas fora das empresas, mas também em projetos comunitários, na escola ou na família!

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